A única oposição a um Estado é o povo, a Nação.
Num Estado constitucional, como o que há no Brasil, é um Consórcio de
Quadrilhas: funcionários públicos, políticos, advogados e empresários - grandes e pequenos - fornecedores do Estado.
E
os protocolos dessas Quadrilhas são materializados na Carta de 1988 que
os advogados adoram. Adoram porque é a Carta do Conflito, da Discórdia,
da Desavença, do Coitadismo, do Vitimismo e da Ralé Sindicalista. Ela,
por isso, proporciona um mercado infinito para serviços dos despachantes
de judiciário. Não é à toa que a OAB tenha sido o Oficial de Ordens das
Quadrilhas na perpetração da Carta.
E os políticos se uniram para passar aquela carta porque é no charco de mierda de porco que eles vicejam.
Não espere do Estado o que quer que seja de bom para a Nação - Povo.
Se
um dia os brasileiros tomarem juízo, a primeira coisa que farão é
tornar opcional toda a legislação federal versando sobre a conduta dos
indivíduos e suas organizações. E depois, descentralizará a Ordem
Jurídica Estadual e Municipal, invertendo a hierarquia das leis para por
o indivíduo no ápice e o governo central na base, submetendo-se às
outras instâncias.
Se interessar, dá uma olhadinha nisto:
Estado: Uma "organização criminosa".
(pode copiar livremente)
Aí vai uma descrição do que é o Estado, segundo o que posso ver do posto de observação onde me encontro.
E você, por favor, diga em quê a descrcrição (do Estado) difere de uma máfia:
A
Nação brasileira é obrigada a aceitar um Estado que detem o monopólio
de fazer leis em benefício dos operadores da máquina do Estado.
Ele
- o Eestado - detem o monopólio de impor tributos escorchantes (até 50%
da riqueza gerada) segundo regras desconhecidas do povo que, apesar de
ter no Estado "representantes", não recebe deles qualquer explicação ou
pedido de confirmação prévia sobre se os impostos devem ou não ser
lançados.
Ele faz o povo pagar esses impostos sob pena de
prisão, confisco de bens, etc., sob armas de uma "polícia" da qual é
obscura a agenda.
O Estado é uma organização que tem o monopólio
de interpretar (segundo seus critérios e em favor dos operadores do
Estado) as leis, num judiciário que tem milhares de comparsas: os
advogados - asseclas do Estado - espalhados entre o povo para traí-lo,
denunciando e colaborando com a força do Estado usada sobre o povo na
imposição das leis deles.
É o Estado que tem o monopólio do
dinheiro de papel pintado (falso) e de plástico, em vez de dinheiro de
verdade, válido em qualquer lugar do mundo. E não um dinheiro que não
sofra inflação forçada por um banco central, com o fim exclusivo de
reduzir a dívida do Estado. Inflação = calote planejado.
E tem
mais: um Estado que impede todo o Povo/Nação de acessar os meios de
financiamento para sustentar reações de fato contra as canalhices dos
Operadores do Estado. Sim, o povo/Nação é proibido de fazer contratos em
outra moeda senão o dinheiro falso deles, e a conta bancária pode ser
congelada ao menor sinal de comportamento desagradável.
Um Estado
que tem o monopólio dos portões de entrada e saída do país, impedindo
qualquer um de ir morar onde se sente melhor, levando consigo o fruto de
seu trabalho durante sua vida....
E um Estado, regido por uma
auto coroação materializada numa Constituição que é, de fato um
Protocolo do Consórcio de Quadrilhas que opera o Estado: uma montanha de
leis, decretos, regulamentos e dispositivos de imposição de conduta e
coerção do povo.
Um Estado que engana o povo, pondo no discurso
uma tal DEMOCRACIA, que é nada mais que um jogo de mentirinha para dar
ao povo a impressão que "é livre para escolher seus líderes e
representantes".
Um Estado que, para dar aspecto de "soberania
popular" - que todo o poder emana do povo - cria um simulacro de
"sistema representativo". Um corpo de vigaristas e mercadores da sorte
alheia, composto de vereadores, deputados e senadores alugam (ou vendem)
seus votos para grupos de pressão representando interêsses especiais
sobre as verbas e privilégios - concedidos pelos operadores do Estado a
seus apaniguados, mandando a conta para o povo-Nação.
E tem mais:
um Estado que contrata gente do povo, pessoas competentes que poderiam
estar produzindo, para trabalhar nos quadros do Estado e, quando aquelas
pessoas descobrem a enrascada em que entrararm, são persuadidas a não
mais sair: a liberdade delas está sendo comprada pelo comodismo de
benefícios importantes: estabilidade no emprego, aposentadoria integral,
chance de fazer tráfico de influência, de criar dificuldades para
vender facilidades (impondo condições para liberar licenças, alvarás,
concessões, permissões, autorizações - você já ouviu falar de todos
esses nomes, não?).
Agora me diga: a uma organização assim se dá o nome de quê, exatamente?
Deu
para ver a explicação de um monte de coisa que acontece por aí? É isso o
que você chama de "sociedade violenta", ou seria melhor taxar o Estado
de violento?
Para passar da crítica à proposta, tente você
imaginar como as coisas seriam se tivéssemos apenas um GOVERNO do povo,
em vez desse ESTADO das Quadrilhas que o operam.
Se te escapa a
diferença entre um Governo e um Estado, visite Albert Jay Nock "Our
Enemy, the State". Pode começar dando uma espiadinha na explicação do
video: .../watch?v=72sf56QPJ-8, e, talvez se familiarizando com o
conteúdo de .../watch?v=Cluxqjtdpr0 .
(Esse é um texto bom para
'protestantes' panfletarem nas filas de concurso público e de cursinho
preparatório para concursos, e escolas de direito.)
Num Estado constitucional, como o que há no Brasil, é um Consórcio de
Quadrilhas: funcionários públicos, políticos, advogados e empresários - grandes e pequenos - fornecedores do Estado.
E
os protocolos dessas Quadrilhas são materializados na Carta de 1988 que
os advogados adoram. Adoram porque é a Carta do Conflito, da Discórdia,
da Desavença, do Coitadismo, do Vitimismo e da Ralé Sindicalista. Ela,
por isso, proporciona um mercado infinito para serviços dos despachantes
de judiciário. Não é à toa que a OAB tenha sido o Oficial de Ordens das
Quadrilhas na perpetração da Carta.
E os políticos se uniram para passar aquela carta porque é no charco de mierda de porco que eles vicejam.
Não espere do Estado o que quer que seja de bom para a Nação - Povo.
Se
um dia os brasileiros tomarem juízo, a primeira coisa que farão é
tornar opcional toda a legislação federal versando sobre a conduta dos
indivíduos e suas organizações. E depois, descentralizará a Ordem
Jurídica Estadual e Municipal, invertendo a hierarquia das leis para por
o indivíduo no ápice e o governo central na base, submetendo-se às
outras instâncias.
Se interessar, dá uma olhadinha nisto:
Estado: Uma "organização criminosa".
(pode copiar livremente)
Aí vai uma descrição do que é o Estado, segundo o que posso ver do posto de observação onde me encontro.
E você, por favor, diga em quê a descrcrição (do Estado) difere de uma máfia:
A
Nação brasileira é obrigada a aceitar um Estado que detem o monopólio
de fazer leis em benefício dos operadores da máquina do Estado.
Ele
- o Eestado - detem o monopólio de impor tributos escorchantes (até 50%
da riqueza gerada) segundo regras desconhecidas do povo que, apesar de
ter no Estado "representantes", não recebe deles qualquer explicação ou
pedido de confirmação prévia sobre se os impostos devem ou não ser
lançados.
Ele faz o povo pagar esses impostos sob pena de
prisão, confisco de bens, etc., sob armas de uma "polícia" da qual é
obscura a agenda.
O Estado é uma organização que tem o monopólio
de interpretar (segundo seus critérios e em favor dos operadores do
Estado) as leis, num judiciário que tem milhares de comparsas: os
advogados - asseclas do Estado - espalhados entre o povo para traí-lo,
denunciando e colaborando com a força do Estado usada sobre o povo na
imposição das leis deles.
É o Estado que tem o monopólio do
dinheiro de papel pintado (falso) e de plástico, em vez de dinheiro de
verdade, válido em qualquer lugar do mundo. E não um dinheiro que não
sofra inflação forçada por um banco central, com o fim exclusivo de
reduzir a dívida do Estado. Inflação = calote planejado.
E tem
mais: um Estado que impede todo o Povo/Nação de acessar os meios de
financiamento para sustentar reações de fato contra as canalhices dos
Operadores do Estado. Sim, o povo/Nação é proibido de fazer contratos em
outra moeda senão o dinheiro falso deles, e a conta bancária pode ser
congelada ao menor sinal de comportamento desagradável.
Um Estado
que tem o monopólio dos portões de entrada e saída do país, impedindo
qualquer um de ir morar onde se sente melhor, levando consigo o fruto de
seu trabalho durante sua vida....
E um Estado, regido por uma
auto coroação materializada numa Constituição que é, de fato um
Protocolo do Consórcio de Quadrilhas que opera o Estado: uma montanha de
leis, decretos, regulamentos e dispositivos de imposição de conduta e
coerção do povo.
Um Estado que engana o povo, pondo no discurso
uma tal DEMOCRACIA, que é nada mais que um jogo de mentirinha para dar
ao povo a impressão que "é livre para escolher seus líderes e
representantes".
Um Estado que, para dar aspecto de "soberania
popular" - que todo o poder emana do povo - cria um simulacro de
"sistema representativo". Um corpo de vigaristas e mercadores da sorte
alheia, composto de vereadores, deputados e senadores alugam (ou vendem)
seus votos para grupos de pressão representando interêsses especiais
sobre as verbas e privilégios - concedidos pelos operadores do Estado a
seus apaniguados, mandando a conta para o povo-Nação.
E tem mais:
um Estado que contrata gente do povo, pessoas competentes que poderiam
estar produzindo, para trabalhar nos quadros do Estado e, quando aquelas
pessoas descobrem a enrascada em que entrararm, são persuadidas a não
mais sair: a liberdade delas está sendo comprada pelo comodismo de
benefícios importantes: estabilidade no emprego, aposentadoria integral,
chance de fazer tráfico de influência, de criar dificuldades para
vender facilidades (impondo condições para liberar licenças, alvarás,
concessões, permissões, autorizações - você já ouviu falar de todos
esses nomes, não?).
Agora me diga: a uma organização assim se dá o nome de quê, exatamente?
Deu
para ver a explicação de um monte de coisa que acontece por aí? É isso o
que você chama de "sociedade violenta", ou seria melhor taxar o Estado
de violento?
Para passar da crítica à proposta, tente você
imaginar como as coisas seriam se tivéssemos apenas um GOVERNO do povo,
em vez desse ESTADO das Quadrilhas que o operam.
Se te escapa a
diferença entre um Governo e um Estado, visite Albert Jay Nock "Our
Enemy, the State". Pode começar dando uma espiadinha na explicação do
video: .../watch?v=72sf56QPJ-8, e, talvez se familiarizando com o
conteúdo de .../watch?v=Cluxqjtdpr0 .
(Esse é um texto bom para
'protestantes' panfletarem nas filas de concurso público e de cursinho
preparatório para concursos, e escolas de direito.)
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