Friday, March 21, 2014

O que está por trás do desarmamento no Brasil




De qualquer modo, todo o esperneio retórico e legalista é absolutamente ineficaz - não vai dar em nada nada. Aposto meus culhões.

Eu explico porque não estou simplesmente rifando as bolas. 

Acontece que:

1. Quando um de dois lados antagonistas (o Estado e a Nação) está com as armas, o lado armado sempre vai impedir que o outro lado se arme. 

2. O Estado é: Uma "organização criminosa".

Aí vai uma descrição do que é o Estado, segundo o que posso ver do posto de observação onde me encontro.
Depois, você, por favor, diga em quê a descrição (do Estado) difere de uma máfia:

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A Nação brasileira é obrigada a aceitar um Estado que detem o monopólio de fazer leis em benefício dos operadores da máquina do Estado e alugar privilégios concedidos com dinheiro dos impostos.

Ele - o Estado - detem o monopólio de impor tributos escorchantes (até 50% da riqueza gerada) segundo regras desconhecidas do povo. Este povo, apesar de ter uns "representantes" dentro do Estado, não recebe deles qualquer explicação ou pedido de confirmação prévia sobre se os impostos devem ou não ser lançados sobre o povo.

Ele - o Estado - faz o povo pagar esses impostos sob  pena de prisão, confisco de bens, etc., sob armas de uma "polícia" da qual é obscura a agenda.

O Estado é uma organização que tem o monopólio de interpretar as leis conforme seus critérios, e em favor dos operadores do Estado. Para isso, ele usa um judiciário que tem milhares de comparsas: os advogados que são, de fato, asseclas do Estado - espalhados entre o povo para traí-lo, denunciando e colaborando com a força do Estado usada sobre o povo na imposição das leis deles.

É o Estado que tem o monopólio do dinheiro de papel pintado (falso), dinheiro de plástico e de bit-byte, em vez de dinheiro de verdade, válido em qualquer lugar do mundo. E não permite ao povo usar nenhum dinheiro livre de inflação, que é criada por um banco central, com o fim exclusivo de reduzir a dívida do Estado. Assim, Inflação é o mesmo que  "calote planejado". E o Estado, para fugir à responsabilidade, chama aquilo de "aumento de preços", para jogar a culpa nos coitados dos comerciantes, feirantes e industriais.

E tem mais: um Estado que impede todo o Povo/Nação de acessar os meios de financiamento para sustentar reações de fato contra as canalhices dos Operadores do Estado. Sim, o povo/Nação é proibido de fazer contratos em ouro, boi, serviços, aço, etc ou outra moeda: só pode ser no dinheiro falso deles. Se você tentar, sua conta bancária pode ser congelada ao menor sinal de comportamento seu que seja desagradável ao Estado.

Um Estado que tem o monopólio dos portões de entrada e saída do país, impedindo qualquer um de cair fóra e ir morar onde se sente melhor, levando consigo o fruto de seu trabalho durante sua vida....

E um Estado, regido por uma auto coroação materializada numa Constituição que é, de fato um Protocolo do Consórcio de Quadrilhas que opera o Estado: uma montanha de leis, decretos, regulamentos e dispositivos de imposição de conduta e coerção do povo. Tudo feito pelos tais advogados, de modo a deixar livre o trazeiro dos Operadores do Estado, quando eles fizerem marakutaias.

Um Estado que engana o povo, pondo no discurso uma tal  DEMOCRACIA, que é nada mais que um jogo de mentirinha para dar ao povo a impressão que "é livre para escolher seus líderes e representantes". De fato, as Cinco Quadrilhas - 1. Funcionários públicos, 2. Políticos, 3. Sindicalistas, 4. Empresários que alugam os privilégios que os funcionários alugam em troca de propinas e 5. ADVOGADOS, claro - fazem parte de um empreendimento em escala nacional, para vampirizar a Nação, parasitar no povo.

Um Estado que, para dar aspecto de "soberania popular" - uma ilusão de que 'todo o poder emana do povo' - cria um simulacro de "sistema representativo". Um corpo de vigaristas e mercadores da sorte alheia, composto de vereadores, deputados e senadores alugam (ou vendem) seus votos para grupos de pressão representando interêsses especiais sobre as verbas e privilégios - concedidos pelos operadores do Estado a seus apaniguados, mandando a conta para o povo-Nação.

E tem mais: um Estado que contrata gente do povo, pessoas competentes que poderiam estar produzindo, para trabalhar nos quadros do Estado só atrapalhando o povo produtivo e criador de riquezas, empregos e distribuição de renda. Quando aquelas pessoas - as que passaram nos concursos públicos -  descobrem a enrascada em que entraram, são persuadidas a não mais sair. A liberdade delas está sendo comprada pelo comodismo de benefícios irrecusáveis: estabilidade no emprego, aposentadoria integral, chance de fazer tráfico de influência, de criar dificuldades para vender facilidades (impondo condições para liberar licenças, alvarás, concessões, permissões, autorizações - você já ouviu falar de todos esses nomes, não?). Nenhuma pessoa trabalhando numa empresa produtiva teria qualquer desses benefícios pagos pelo povo para ser perturbado pelos que recebem os benefícios....

Agora me diga: a uma organização assim se dá o nome de quê, exatamente?

Deu para ver a explicação do porquê político não se opõe a político? E que o que pareceria ser "oposição" é, de fato, uma encenação para enganar o povo-ora-o-povo?

Dá para entender que o que o Estado ganha, tendo as armas só para si, vale tanto que ele não fará concessões neste ponto?

Um dia do passado permitimos que ele - o Estado - levasse nossas armas. Agora elas não voltarão sem muito sangue derramado. 

Entende também porque é que, quando dizem que temos "sociedade violenta", em vez disso seria melhor taxarem o Estado de violento?

Para passar da crítica à proposta, tente você imaginar como as coisas seriam se tivéssemos apenas um GOVERNO do povo, em vez desse ESTADO das Quadrilhas que o operam.

Se te escapa a diferença entre um Governo e um Estado, visite Albert Jay Nock "Our Enemy, the State". Pode começar dando uma espiadinha na explicação do video: .../watch?v=72sf56QPJ-8, e, talvez se familiarizando com o conteúdo de .../watch?v=Cluxqjtdpr0 .

(Esse é um texto bom para 'protestantes' panfletarem nas filas de concurso público e de  cursinho preparatório para concursos, e escolas de direito - pode copiar livremente).
 
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Agora percebe o ponto que estou sublinhando?
Cachorro não larga o osso sem morder.

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