Aos 22:02, o locutor comenta sobre o que os "velhos" contam sobre o Ensino Público daquela época.
Pois
eu vou lhes contar o que me marcou, além da qualidade dos professores (o
contrário de "paparicação" de aluno), da estrutura e conteúdo
curricular (internacional e profundo), e do fato dos alunos terem que correr atrás
do aprendizado e não o professor correr atrás do ensino (o qual, não sei
porque chamam de 'educação' - coisa que se faz em família):
Seguinte:
Fiz o Primário no Grupo E. Pandiá Calógeras em MG-BH.
O ginásio e o científico no Colégio Estadual de MG em BH.
A Escola de Enga. da UFMG.
Por tres vezes, na aula magna (aula inautural) à qual tinhamos que ir - contava presença - o professor disse algo assim:
"...senhores alunos: esta escola é pública o que significa que os senhores só pagam uma taxa de matrícula simbólica.
Mas nós, professores recebemos nossos salários, porque estão sendo pagos pelos cidadãos pagadores de impostos.
E
aqueles cidadãos querem que nós façamos de vocês gente melhor do que
eles: mais competentes, mais intruídos e mais capazes de produzir bem
para a sociedade e para eles.
Eles nos disseram que não querem pagar para esta escola manter alunos que não possam atingir esses objetivos.
Por causa disso, os alunos que não acompanharem o ensino e tomarem bomba duas vezes, serão jubilados (expulsos).
Portanto, tratem de estudar e justificar o investimento que os pagadores de impostos estão fazendo em vocês."
E
a coisa funcionava desse modo. Eu me lembro de 4 colegas que foram
jubilados - eram mesmo jogadores de manto - não estudavam e faltavam.
Agora, compare com o que ocorre hoje.
Pois
eu vou lhes contar o que me marcou, além da qualidade dos professores (o
contrário de "paparicação" de aluno), da estrutura e conteúdo
curricular (internacional e profundo), e do fato dos alunos terem que correr atrás
do aprendizado e não o professor correr atrás do ensino (o qual, não sei
porque chamam de 'educação' - coisa que se faz em família):
Seguinte:
Fiz o Primário no Grupo E. Pandiá Calógeras em MG-BH.
O ginásio e o científico no Colégio Estadual de MG em BH.
A Escola de Enga. da UFMG.
Por tres vezes, na aula magna (aula inautural) à qual tinhamos que ir - contava presença - o professor disse algo assim:
"...senhores alunos: esta escola é pública o que significa que os senhores só pagam uma taxa de matrícula simbólica.
Mas nós, professores recebemos nossos salários, porque estão sendo pagos pelos cidadãos pagadores de impostos.
E
aqueles cidadãos querem que nós façamos de vocês gente melhor do que
eles: mais competentes, mais intruídos e mais capazes de produzir bem
para a sociedade e para eles.
Eles nos disseram que não querem pagar para esta escola manter alunos que não possam atingir esses objetivos.
Por causa disso, os alunos que não acompanharem o ensino e tomarem bomba duas vezes, serão jubilados (expulsos).
Portanto, tratem de estudar e justificar o investimento que os pagadores de impostos estão fazendo em vocês."
E
a coisa funcionava desse modo. Eu me lembro de 4 colegas que foram
jubilados - eram mesmo jogadores de manto - não estudavam e faltavam.
Agora, compare com o que ocorre hoje.
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