Funciona assim:
Se o serviço é feito pelos funcionários públicos, não ocorre um faturamento de empresa externa ao Estado e o consequente pagamento da fatura pelo Estado à empresa prestadora.
Sempre que o governo terceiriza algo, o terceirizado tem que emitir uma NF e o Estado tem que emitir o pagamento daquela NF.
Neste exato momento, há uma troca de cheques entre o funcionário que aciona o pagamento e a prestadora (empreiteira ou terceirista) que entrega ao funcionário o "envelope" com a grana. Se ele não entregar o envelope, o pagamento não sai, ou o sistema "dá êrro" ou "prévia" no jargão dos operadores do Estado.
Assim, a Lei de Responsabilidade Fiscal que reduz a quantidade de funcionários (ou não deixa aumentar), ela, de fato, ajuda à corrupção porque faz o governo aumentar as terceirizações.
Assim, essa coisa de "privatização" tem que ser feita com cuidado e de modo completo. Privatizar a empresa mas manter no Estado toda a regulamentação, vai, no fim de contas, aumentar a corrupção - as propinas: será o "criar dificuldades para vender facilidades" à empresa "privatizada".
Tem que privatizar e desregulamentar - não pode o Estado ficar "regulando o mercado", os produtos e os serviços das empresas privatizadas. O mercado vai selecionar quem deve ficar e quem deve sair.
É o que aconteceu com as privatizações das eletro, das teles e outras, onde se criaram as ANEEL, ANATEL e outras.
Podem observar como os serviços das grandes "privatizações" parece mais um oligopólio do que um regime de concorrencia livre: preços parecidos, merda de serviço parecida etc etc etc.
É o que aconteceu com as privatizações das eletro, das teles e outras, onde se criaram as ANEEL, ANATEL e outras.
Podem observar como os serviços das grandes "privatizações" parece mais um oligopólio do que um regime de concorrencia livre: preços parecidos, merda de serviço parecida etc etc etc.
No comments:
Post a Comment